Devorando Livros!

A Revolução dos Bichos

livro a revolução dos bichos

Oi! Vira e mexe compartilho aqui minhas leituras, não é mesmo?! Mas nem sempre coloco tudo que leio… penso ser interessante compartilhar obras que me tocaram de alguma forma, seja de forma romântica, triste, apreensiva ou chocada.

Por isso, hoje comento sobre minha experiência em ler A Revolução dos Bichos – o icônico livro de 1945, de George Orwell.

Mas, quem foi George Orwell?

george-orwellGeorge Orwell (pseudônimo para Eric Arthur Blair), foi um escritor, jornalista e ensaísta político inglês, nascido na Índia Britânica. Sua obra é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita.

(…)

A influência de Orwell na cultura contemporânea, tanto popular quanto política, perdura até os dias de hoje. Vários neologismos criados por ele, assim como o termo orwelliano — palavra usada para definir qualquer prática social autoritária ou totalitária — já fazem parte do vernáculo popular.

Fonte: Wikipedia

Devido ao seu discurso muito marcado pelo socialismo democrático aliado a uma veia cômica, George fez história no cenário da literatura mundial.

A Revolução dos Bichos

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O livro é, ao mesmo tempo, intenso e despretensioso.

Em um resumo rápido, A Revolução dos Bichos traz os animais de uma fazenda se rebelando contra os humanos, seus proprietários.

De forma extremamente mordaz, uma história que aparentemente é fantasiosa, com animais falantes e autodidatas, Orwell apresenta a história da Revolução Russa. Preciso admitir que “custei para pegar no tranco” e entender a qual movimento o autor se referia: pensei no nazismo e no fascismo logo de cara.

Mas depois, ao percorrer as páginas e acontecimentos da narrativa, lembrei do célebre Manifesto Comunista, pensei em Josef Stalin (e seu papel na União Soviétiva) e em como ambos tinham pontos em comum com a revolta dos bichos.

Minhas dúvidas foram esclarecidas nos pósfácios criados pelo autor, justificando sua narrativa, o momento do lançamento e as analogias feitas entre fatos históricos e a ficção por ele desenvolvida.

Preciso expôr mais uma coisa: meu choque com os porcos. Não sei como o autor os imaginou ao criá-los como centro da história, mas sua descrição gerou em mim aquele famoso “ranço” – e olha que (os vegetarianos/veganos que me perdoem) eu amo bacon.

Porém o ranço não foi por imaginar aqueles porcos gigantescos de fazenda (na verdade, isso também), mas pelo comportamento deles aos outros animais: o sentimento de superioridade e poder em relação aos outros.

Impressões Finais

O livro impressiona, tanto na fluidez da leitura, quanto pela fantástica sátira ácida da Revolução Russa.

Li devorei a obra em 1 dia.

Super indico – é instrutiva e divertida ao mesmo tempo.

Esse site aqui traz muita coisa legal sobre A Revolução dos Bichos e aconselho a dar uma futricada…

Em tempo: muito obrigada Ruth pelo ótimo presente de Amigo Oculto. 🙂

Imagens: Reprodução (Google) e Arquivo Pessoal.

autora-diana

 

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