Da Série #Viagens

Viva Conosco na Europa: Frankfurt

Olá! Hoje começamos uma série de posts nos quais relataremos nossa incrível viagem pela Europa.

Se você nos acompanha pelo Instagram e pelo Facebook, deve ter conferido por lá alguns lugares e experiências que tivemos. Aqui no blog, vamos detalhar um pouquinho mais como foi cada momento e, quem sabe, inspirar outras pessoas a vivenciarem algo tão intenso e maravilhoso.

Informação muito importante: o Viva Conosco não é um blog de viagens, mas sim um canal para compartilharmos experiências, reflexões e percepções da vida, do lazer e de outras cositas que achamos legais.

Então, vamos lá! Primeira parada: Frankfurt, Alemanha.
O trajeto até Frankfurt

Nossa viagem começou no domingo, saindo de Belo Horizonte com uma conexão em Lisboa – onde fizemos o controle de imigração.

Logo de início, já tivemos uma “mini aventura”. A TAP atrasou em 2 horas nosso voo para Portugal e, por isso, tivemos que correr para pegar o outro avião com destino à Frankfurt. Quando digo correr, é correr mesmo, literalmente, pelos longos corredores do aeroporto português até chegarmos ao nosso portão de embarque. Ok que, a corrida mesmo foi “em vão”, pois mesmo depois de nós e outros 3 passageiros embarcarmos, a aeronave ainda demorou 30 minutos para decolar. Claro que NADA disso reduziu nossa ansiedade e expectativa para chegarmos à Alemanha.

Chegando em Frankfurt

Chegamos em Frankfurt na segunda-feira – nosso primeiro dia “oficial” no continente europeu.

Desembarcamos no maior aeroporto que vimos na vida. Chocados com a grandeza e movimento do local e mais chocados ainda com a “nossa esperteza”. “Como assim Diana?” Bom, antes de viajar pesquisamos todos os locais que ficaríamos hospedados e que gostaríamos de conhecer no meio do caminho, inclusive os trajetos de carro mais legais e coisa e tal. Mas os bonitões aqui se esqueceram de verificar como ir do aeroporto para o Hotel na cidade. ¬¬ Sim, é verdade, nós fizemos isso. Então, nosso primeiro desafio foi descobrir isso.

Mapa de Frankfurt

Perguntando para o pessoal do próprio aeroporto fizemos algumas descobertas e criamos outras dúvidas (que seriam respondidas só mais tarde):

  1. O aeroporto de Frankfurt não fica, necessariamente, em Frankfurt, mas sim a alguns km de distância, sendo necessário outro meio de transporte para chegarmos ao centro da cidade;
  2. Pegar trem na Alemanha é ridiculamente fácil, se você souber os nomes das estações que deseja ir, em alemão;
  3. Comprar bilhetes de trem é ainda mais fácil – não há uma pessoa designada para essa tarefa. Tudo é no estilo autosserviço: você vai lá à maquininha, escolhe o idioma de preferência, decide sua opção de bilhete, paga (dinheiro ou cartão) e retira o bilhete. Foi aqui que surgiu a dúvida: “Compramos o bilhete, ótimo. Mas o passamos onde? Não vi catraca. Será que precisamos entregar para alguém? Para quem?”. Embarcamos no trem e partimos para Frankfurt sem ter essas respostas.

Dentro do trem, ficamos mais perdidos que cego em tiroteio. Mas, pelas forças do universo, um ser humano muito bom viu nosso desalento e nos auxiliou sobre onde deveríamos descer. Aí você me pergunta: “Uai, por que vocês não olharam no Google Maps?”. Ainda estávamos sem pacote de dados da Europa, por isso ficamos dependentes da ajuda de bons samaritanos.

Descemos na maior cidade do estado alemão de Hesse e a quinta maior cidade da Alemanha pela Frankfurt Hauptbahnhof: a Estação Central de Frankfurt. Extremamente movimentada, com pessoas das mais diversas nacionalidades e culturas. Um prédio antigo e lindíssimo.

Saindo da estação, fomos direto ao Hotel Concorde, localizado na Karlstraße 9. O hotel fica a pouco mais de 5 minutos a pé da Hauptbahnhof e foi tranquilo localizá-lo. Fizemos nosso check in, colocamos nossas malas no quarto e saímos para explorar um pouco a região que ficaríamos hospedados pelos próximos 3 dias.

A duas ruas de nosso hotel fica a Kaiserstraße: uma rua que explodia em opções de restaurantes. Sabores de todos os lugares do mundo (exceto brasileiro, rsrsrs…). Além disso, diferentes opções de mercados, farmácias e lojas.

Depois de andar bastante, nos alimentarmos, garantimos o lanche da noite no mercadinho Rewe e nos dirigimos ao hotel para descansarmos.

Turistando por Frankfurt

No segundo dia nos deparamos com um feriado municipal em Frankfurt. Por isso, as ruas estavam vazias e nossas andanças pela cidade foram bem tranquilas e contemplativas. Ficamos apaixonados pelas construções, pela limpeza das ruas, pelo constante fluxo de bicicletas e pelo clima “leve” no ar.

Nesse dia, optamos por visitar os mais tradicionais pontos turísticos de Frankfurt: o antigo prédio do Banco Central Europeu com o enorme símbolo da moeda EURO na frente e, logo em frente, atravessando a rua, vimos uma das “Casas de Ópera” da cidade.

De lá, partimos para a Römerberg, a praça situada no centro antigo de Frankfurt. O local chama atenção pelas belas casas, com uma arquitetura que, no nosso imaginário, ligamos diretamente àquela Alemanha antiga, tradicional e super bonita. Lá, conhecemos a igreja Alte Nikolaikirche e o Romer, que abriga a prefeitura. Curiosidade: esse lugar foi parcialmente destruído na Segunda Guerra, sendo reerguido tempos depois.

Após “rodar” a Römerberg, passeamos às margens do Rio Main, atravessamos a famosa ponte dos cadeados (local onde moradores e visitantes deixam um cadeado selando o amor/amizade) e andamos pela linda Museumsufer – a rua dos museus de Frankfurt, cada um mais lindo e charmoso que o outro.

Optamos por almoçar na Römerberg e comer um prato típico alemão. Nosso critério de escolha do restaurante foi preço X ambiente, mas não recordo o nome do local escolhido (foi mal). Pedimos de entrada uma salada com salmão defumado e como prato principal, joelho de porco acompanhado por batatas e repolho cozido (MUITO BOM) e, para beber, cerveja preta. Nota da escritora: derrubei minha cerveja toda em mim e na mesa, os outros turistas todos ficaram me olhando e não sabia onde enfiar minha cara, mas tá valendo.

De sobremesa, também fomos de clássico: Appelstrudel, uma tortinha deliciosa que fechou com chave de ouro a refeição.

Reservamos a parte da tarde para o Kleinmarkthalle (mercado público) e a Goethehaus (casa do autor e estadista alemão Johann Wolfgang von Goethe). O mercado estava fechado devido ao feriado e, por isso, adiamos nossa visita para a quarta-feira.

Por isso, fomos direto à Goethehaus e ficamos encantados com o modo de vida do famoso escritor, seus pertences e a disposição dos seus objetos. Conhecer a história de sua vida foi bem rico e valeu a pena pagarmos 7 euros, cada um, para visita-la.

De lá, passamos novamente no Rewe para reabastecer nosso estoque de lanchinhos e retornamos ao hotel.

Obs.: nossas duas primeiras noites foram bem complicadas. Devido ao fatídico efeito do jet lag, custamos muito a dormir. Ficamos em uma parte da Europa cuja a diferença de fuso horário era de 5 horas para Belo Horizonte e sofremos um bocado.

Mais passeios em Frankfurt

No terceiro dia, acordarmos e fomos direto ao Kleinmarkthalle, o mercado público da cidade. A melhor descrição seria: um Mercado Central de BH, porém com passagens mais largas, menos gritaria e muito mais organizado. Cheiros deliciosos e diversos produtos típicos da culinária alemã estavam por todo o lado. Outro passeio que vale muito a pena fazer.

Do Kleinmarkthalle, partimos para o centro financeiro de Frankfurt e subimos na Main Tower: uma das torres mais altas da cidade. Lá em cima, nosso maior sentimento foi de paz e de conquista, uma coisa maravilhosa.

Após esse momento de total plenitude e estado de flow, fomos cumprir um objetivo: fazer minha nova tatuagem. Escolhi o Inktastic Tattoo Studio (Friedberger Land str.122) e fiz minha nova “arte” com o fantástico Jay, um sul coreano mega simpático e cujos traços são maravilhosos. Fiquei muito feliz com essa lembrança linda de uma viagem incrível.

Saindo da tatuagem, passamos em um restaurante italiano e comemos uma saborosa pizza. Depois partimos para nosso último passeio turístico em Frankfurt: o Jardim Botânico Palmengarten. Aqui novamente aquela sensação de paz intensa tomou conta de nós e pudemos apreciar uma paisagem tranquilizadora, bonita e natural, nos deixando tomar por todo esse sentimento de “ser completo”. Não sei se consegui me expressar, mas esse lugar nos reconecta com a gente mesmo. Sabe como é? De lá, retornamos ao hotel e decidimos sair para comer uma refeição mais completinha em algum bar da Kaiserstraße. Detalhe: nesse dia, finalmente, compramos um pacote de dados da Vodafone (empresa mais conhecida na Alemanha com cobertura em todo o território europeu).

À noite, saímos em busca do nosso propósito de uma alimentação adequada (rsrsrs) e optamos por um pub australiano onde comemos as típicas salsichas alemãs, acompanhadas por Cola Bier (uma cerveja servida com coca-cola).

Obs.: fizemos praticamente todos os passeios a pé. Apenas a visita ao Palmengarten nos locomovemos por táxi. O que foi BEM LEGAL, pois os carros eram Mercedes-Benz e nunca havíamos andados nesses tipos de carro.

Obs.2: nesse hotel não teve café da manhã, por isso, cada dia fomos a uma padaria diferente.

Despedida de Frankfurt

No quarto dia, partimos de Frankfurt em direção à Köln (Colônia), com intenção de pararmos em duas cidades no caminho: Koblenz e Bonn.

Fizemos nosso check out, tomamos um rápido café da manhã, pegamos nosso carro na AVIS, dentro da Hauptbahnhof e nos despedimos de Frankfurt.

6 comentários em “Viva Conosco na Europa: Frankfurt

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