Da Série #Museus

Mondrian e o movimento de Stijl

Sábado à noite foi dia de cultura! (E de caçar Pokémon também, mas deixa… Rsrsrs…).
O Centro Cultural do Banco do Brasil de Belo Horizonte está com a exposição ‘Mondrian e o movimento de Stijl’. Uma opção cultural, gratuita e que agrada a todas as idades.
Eu, particularmente, sempre tive um pouco de preconceito com as obras do final da carreira de Piet Mondrian, achando tudo simplista e “fácil” demais, sem objetivo e razão de ser, por assim dizer. Preciso admitir que, por esse PREconceito, nunca tive interesse em pesquisar nada sobre o artista ou a escola do qual ele fez parte.
Porém, ao saber desta exposição aqui em BH, fiquei curiosa para saber das origens do pintar e, quem sabe, compreender um pouco sobre as linhas preta e quadrados brancos, amarelos, vermelhos e azuis aparentemente sem sentido para mim.
Preciso dizer que “queimei a língua”, como diz a expressão. Em uma das salas do CCBB, um jogo interativo no qual o próprio Mondrian explica como criou uma das suas principais obras, fique maravilhada ao ver que cada linha, pincelada e tons de brancos (pois são VÁRIOS) tiveram um objetivo: através de uma simplificação, tanto na composição como no colorido, ele tentava expor os princípios que estão por baixo da aparência.
Pois bem, saí de lá amando Mondrian (quem diria!) e o João querendo decorar nossa cozinha inspirado nos projetos arquitetônicos que também estavam em exposição.
Sobre a exposição:
Panorama que apresenta pinturas, desenhos de arquitetura, maquetes, mobiliário, documentários, publicações de época e fotografias de artistas do movimento da vanguarda moderna holandesa, conhecido como De Stijl (O Estilo), iniciado como revista em 1917 e que teve como ícone o pintor Piet Mondrian. Esses artistas elaboravam um tipo de “arte total”, usando cores primárias para criar obras sem restrições, claras e limpas, como eles imaginavam o futuro.A exposição mostra o percurso de Mondrian da figuração à abstração..
A exposição, contudo, não se esgota com a história artística de Mondrian. Há uma segunda etapa, igualmente relevante para compreender o que aconteceu naquele período (1917-1928), que mostra a agitação provocada pela revista De Stijl (O Estilo), o meio escolhido para que um grupo de artistas, designers e arquitetos, incluindo Mondrian, defendesse o neoplasticismo e a utopia da harmonia universal de todas as artes.
Em Mondrian e o movimento De Stijl será possível acompanhar essa forma de ver o mundo e as artes que era revolucionária em 1917 e continua moderna até hoje. Mondrian continuou experimentando até Victory Boogie Woogie, sua última obra, de 1944, pintada quando já morava nos Estados Unidos. Ele morreu de pneumonia, em 1944, aos 71 anos.
A mostra Mondrian e o movimento De Stijl é organizada pela Art Unlimited  e traz cerca de 100 obras — 30 das quais de Mondrian — e uma seleção de múltiplas manifestações do movimento De Stijl compondo o mais completo conjunto desse período já exibido no Brasil.
A maior parte do acervo é procedente do Museu Municipal de Haia (Gemeentemuseum, Den Haag), da Holanda, que reúne a maior coleção do mundo de obras de Mondrian. A exposição, que é gratuita, acontece no CCBB de Belo Horizonte e segue para o Rio de Janeiro.
Fonte: CCBB-BH

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